Abril Lilás: mês de conscientização sobre o câncer de testículo

Você sabia que o Abril Lilás é referente ao câncer de testículo?

A doença é mais frequente entre os homens de 20 a 40 anos, além de ser o segundo tumor mais comum entre adolescentes de 15 a 19 anos.

Segundo estimativa da Sociedade Americana de Câncer, um em cada 250 homens serão acometidos pela doença ao longo da vida.

Os principais fatores de risco associados à doença são:

  • Criptorquidia (testículos posicionados fora da bolsa escrotal – 4-6x mais risco);
  • História familiar em parentes de 1° grau (irmão e pai);
  • Infertilidade;
  • Tumor no outro testículo.

De acordo com o urologista Dr. Felipe Machado (CRM-DF 19754), apenas 1/5 dos pacientes apresentaram dor ou desconforto no local.

Com isso, é importante estar atendo aos sintomas, como o aparecimento de um nódulo duro, sem dor, de crescimento gradual no testículo, além de outros sinais mais raros: sangramento na urina, aumento/sensibilidade nos mamilos, dor abdominal, edema das pernas e sintomas gastrointestinais.

O diagnóstico da doença é realizado por meio da história clínica, exame físico, ultrassonografia com doppler e marcadores tumorais no sangue.

Já o tratamento, inicialmente, é cirúrgico. Caso o nódulo seja pequeno e os marcadores normais, pode ser feita uma biópsia durante a cirurgia, em caso de positivo para câncer, o testículo é extraído.

Durante a cirurgia, costuma ser colocada uma prótese, com um bom resultado estético. Com isso, a função sexual e reprodutiva não é afetada, desde que o outro testículo esteja saudável.

Posteriormente, o tratamento pode envolver quimioterapia, radioterapia ou observação clínica, que vai depender da possibilidade de disseminação para outros órgãos.

Vale destacar: se o diagnóstico for feito cedo, a taxa de cura é maior que 95%.

Ao primeiro sinal de anormalidade no exame do testículo, procure um urologista.

Conheça-se, ame-se, cuide-se.

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